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PROJETO MILITAR FAZ HOMENAGEM AO ASTRONÁUTA BRASILEIRO


JOVEM HUMILDE DA CIDADE DE BAURI, INGRESSA NA ACADEMIA DA FORÇA AÉREA E SE TORNA O PRIMEIRO ASTRONÁUTICA BRASILEIRO A IR AOS ESPAÇO EM 2006.

Marcos Pontes é Astronauta da ativa e aguarda a escalação para o segundo vôo espacial.

Entre mais de 6.000.000.000 (6 bilhões) de pessoas na superfície da Terra, apenas alguns, cerca de 400 representantes da humanidade, conseguiram chegar ao espaço e puderam ver o nosso Planeta e o firmamento em todo o seu esplendor.

Marcos Pontes está entre essas poucas pessoas. O Brasil, com seus 180 milhões de habitantes, possui apenas um astronauta.

Desde Junho de 1998, quando foi selecionado pela Agência Espacial Brasileira (AEB) através de concurso público aberto a todos os Brasileiros que tivessem os requisitos exigidos pelo edital, Marcos Pontes permanece continuamente à disposição do Programa Espacial Brasileiro, como Astronauta, para a realização de missões tripuladas segundo as necessidades do nosso País.

Até 1998, Marcos Pontes era piloto militar da Força Aérea Brasileira (FAB). Depois da seleção, ele teve que deixar de exercer as suas funções militares para poder representar o Brasil exclusivamente nas funções civis de Astronauta.

A função de Astronauta é civil e tem diversas atividades de relações institucionais, administrativas e políticas que são conflitantes com a atividade e o regulamento militar.

Portanto, conforme o que é feito normalmente por todos os países desenvolvidos, em maio de 2006, e após oito anos de dedicação exclusiva às funções civis, o Astronauta Marcos Pontes, que era administrativamente subordinado à FAB e operacionalmente ligado à AEB, foi efetivamente transferido pelo Comando da Aeronáutica para a reserva militar para que pudesse continuar a servir o Brasil na atividade civil de Astronauta, de forma mais completa e adequada, após a realização da sua primeira missão espacial.

Assim, após a sua transferência para a reserva militar, Marcos Pontes, além de continuar na sua função de Astronauta, também pode assumir outras responsabilidades e funções de grande importância para o País, entre elas: Diretor do Instituto Nacional para o Desenvolvimento Espacial e Aeronáutico, Professor e Pesquisador Convidado da USP, Consultor, Presidente de Fundação em prol da Educação, Embaixador Mundial da Educação Profissional, etc. Todas elas eram impedidas anteriormente pela sua situação de militar.

Na sua função primeira de Astronauta, atualmente ele aguarda com ansiedade pelo acionamento para o seu segundo vôo espacial, e poderá ser escalado pela AEB a qualquer momento, dependendo exclusivamente da decisão do Governo Brasileiro para a definição da missão.

Enquanto aguarda a definição sobre a sua escalação para a segunda missão espacial do Brasil, o Astronauta Brasileiro permanece em Houston, onde também está a disposição da AEB como representante técnico junto à NASA e outras instituições ligadas ao Programa da Estação Espacial Internacional (ISS).

No Brasil, o Astronauta Marcos Pontes também trabalha em prol do Programa Espacial Brasileiro na assessoria estratégica, na motivação de jovens para as carreiras de ciência e tecnologia, assim como na formação de Recursos Humanos, desenvolvendo junto ao Departamento de Engenharia Aeronáutica da Universidade de São Paulo (USP) a estrutura e os requisitos para a criação de um curso público de Engenharia Aeroespacial, visando suprir o Programa Espacial de engenheiros especializados nas atividades críticas dos nossos projetos.

O Astronauta Marcos Pontes, além de ser o Primeiro Astronauta Brasileiro, também é o Primeiro Astronauta lusófono e o Primeiro Astronauta Profissional com cidadania única de um País do Hemisfério Sul do Planeta.

Fonte: Centro de Ensino e Cultura do PROJETO MILITAR

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